No início desse ano passamos alguns dias no litoral catarinense, nosso refúgio predileto há muitos verões. Como estava muito calor fizemos um compromisso logo na primeira compra: procurar vinhos no supermercado, brancos e rosés, para serem bebidos em nossas recém adquiridas taças de plástico. Não que isso seja depreciativo, mas queríamos vinhos descontraídos e uma taça igualmente alegre ajudaria na busca de boas dicas.
Hoje publico nossa primeira experiência.
Hoje publico nossa primeira experiência.
Esse rosé é elaborado com a uva símbolo do Chile, a carmenère, elevada a essa categoria por ter sido redescoberta no país sul-americano após desaparecer na Europa em razão da filoxera, praga que dizimou vinhedos na segunda metade do século XIX. Desde então os consumidores brasileiros aprenderam a relacionar essa uva ao nosso país vizinho, embora os grandes vinhos chilenos não sejam elaborados com ela sozinha.
O produtor é a Cremaschi Barriga, que utiliza uvas do Vale do Maule, considerada a mais extensa região vinícola do Chile e que também possui a maior extensão de vinhedos da uva carmenère. Infelizmente o vinho sequer aparece no site da empresa e em casos assim são possíveis duas conclusões: (1) pode ter sido elaborado apenas para o mercado externo ou (2) não tem a qualidade para concorrer no mercado interno chileno e é enviado para o país que mais absorve vinhos de pouca qualidade no mundo (adivinha qual?).
O vinho não é espetacular, mas também não é ruim a ponto de ser ignorado. É um rosé simples, muito bem feito, refrescante, com muita fruta e preço acessível. Os aromas são intensos lembrando frutos vermelhos mais delicados, frutos silvestres. Servido a uma temperatura na casa dos 7ºC é refrescante, embora de acidez moderada.
Tem notas adocicadas e até acho que está mais próximo de um meio-seco, o que irá agradar a muitos paladares, mesmo aqueles menos acostumados aos vinhos finos. Final de boa persistência. Vinho descontraído, bem feito e barato. Além de tudo, ficou muito bonito na taça de plástico... ótima combinação com praia.
Detalhes da compra:
O produtor é a Cremaschi Barriga, que utiliza uvas do Vale do Maule, considerada a mais extensa região vinícola do Chile e que também possui a maior extensão de vinhedos da uva carmenère. Infelizmente o vinho sequer aparece no site da empresa e em casos assim são possíveis duas conclusões: (1) pode ter sido elaborado apenas para o mercado externo ou (2) não tem a qualidade para concorrer no mercado interno chileno e é enviado para o país que mais absorve vinhos de pouca qualidade no mundo (adivinha qual?).
O vinho não é espetacular, mas também não é ruim a ponto de ser ignorado. É um rosé simples, muito bem feito, refrescante, com muita fruta e preço acessível. Os aromas são intensos lembrando frutos vermelhos mais delicados, frutos silvestres. Servido a uma temperatura na casa dos 7ºC é refrescante, embora de acidez moderada.
Tem notas adocicadas e até acho que está mais próximo de um meio-seco, o que irá agradar a muitos paladares, mesmo aqueles menos acostumados aos vinhos finos. Final de boa persistência. Vinho descontraído, bem feito e barato. Além de tudo, ficou muito bonito na taça de plástico... ótima combinação com praia.
Detalhes da compra:
Comprei esse vinho no supermercado Angeloni, em Florianópolis, pagando R$29. Ao que parece a rede de supermercados é importadora/distribuidora do vinho no Brasil.

2 comentários:
Eu acho que iria gostar deste rosé levemente adocicado. :)
Eu tenho certeza disso, Rafaela.
Estava bem bom, como dizem lá na sua terra!
Bjo.
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