Esse foi outro vinho bebido em julho, mas que ficou sem ser publicado por aqui. É produzido pelo competente enólogo Luis Duarte, que fundou sua vinícola em 2007 e tem feito muito sucesso, especialmente por produzir vinhos com boa relação qualidade x preço, como é o caso do Rapariga da Quinta comentado aqui (relembre).
Esse é um vinho regional alentejano, elaborado com as uvas Aragonês, Trincadeira e Alicante Bouschet, com passagem de 12 meses por barricas francesas. Me custou R$ 68.
Na taça a coloração é violácea. Aromas em ótima intensidade, frutos silvestres, menta, algo balsâmico e leve madeira. Em boca tem corpo médio, com taninos finos, boa acidez e fruta muito presente. Bom equilíbrio. Final mediado, com fruta dominando e leve presença da madeira. Pronto para beber agora. Álcool a 14% dando potência, mas sem atrapalhar o conjunto.
Muito bem feito, mas sem ser espetacular. Não muito diferente de outros vinhos dessa região e gama de preços. Muito versátil à mesa, mas se comparado ao que se paga pelo Rapariga da Quinta não é uma excelente compra.
Saúde a todos!

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