Como acontece no fim de ano, fica a dúvida de qual espumante comprar para as festas. Pensando nisso a Confraria Brasileira de Enoblogs sempre faz suas indicações. Nesse ano o tema é "espumante rosé, elaborado pelo método tradicional", uma escolha do intrépido Deco Rossi, do blog EnoDeco.
Aqui em casa testamos dois espumantes brasileiros e resolvemos que uma boa indicação seria esse rosé elaborado pela Casa Valduga, com as uvas Chardonnay e Pinot Noir, com segunda fermentação pelo período mínimo de 24 meses. Aliás, todos os espumantes feitos por essa vinícola têm segunda fermentação em garrafa (exceto, claro, o Moscatel).
Na taça a cor é salmão, com perlage fina e com boa persistência. Em boca a acidez está bem presente, com frutado em grande equilíbrio com a lembraça da fermentação, com algo evoluindo para mel. Boa cremosidade. Final persistente, com palato lembrando frutos vermelhos delicados, tostado, mel e ferrugem. Amargor discretíssimo, sem ser um defeito.
O ponto alto desse espumante é o equilíbrio entre as principais sensações em boca: cremosidade, acidez, fruta e fermentação. Não tem a intensidade da fruta de outros espumantes mais baratos, o que o deixaria mais simples. Nem tem a fermentação tão presente, que o deixaria mais pesado. É evoluído, mas delicado.
Acreditamos que seja uma boca compra (faixa dos R$35-40) e trará um charme especial às comemorações do fim de ano.
Para acompanhar o espumante a Érika fez uma saladinha rápida, com radicchio, alface romana, tomate cereja, manga, lascas de pão sírio (passadas na frigideira rapidamente com azeite e ervas) e um molho de mostarda, mel e pimenta do reino. Ótima harmonização!
Na taça a cor é salmão, com perlage fina e com boa persistência. Em boca a acidez está bem presente, com frutado em grande equilíbrio com a lembraça da fermentação, com algo evoluindo para mel. Boa cremosidade. Final persistente, com palato lembrando frutos vermelhos delicados, tostado, mel e ferrugem. Amargor discretíssimo, sem ser um defeito.
O ponto alto desse espumante é o equilíbrio entre as principais sensações em boca: cremosidade, acidez, fruta e fermentação. Não tem a intensidade da fruta de outros espumantes mais baratos, o que o deixaria mais simples. Nem tem a fermentação tão presente, que o deixaria mais pesado. É evoluído, mas delicado.
Acreditamos que seja uma boca compra (faixa dos R$35-40) e trará um charme especial às comemorações do fim de ano.
Para acompanhar o espumante a Érika fez uma saladinha rápida, com radicchio, alface romana, tomate cereja, manga, lascas de pão sírio (passadas na frigideira rapidamente com azeite e ervas) e um molho de mostarda, mel e pimenta do reino. Ótima harmonização!
* Ainda dentro da programação festiva da Confraria, publicaremos no dia 2 de janeiro o outro tema sugerido pelo Deco: "vinho branco do Novo Mundo, exceto Chardonnay e Sauvignon Blanc". Aqui, vamos de Torrontés de Salta.
Saúde a todos!

Um comentário:
Olá Gil
Provei ontem a versão 2009 deste espumante que indicaste.
Achei ele muito bom. É agradável demais de beber, e muitíssimo equilibrado como denominaste.
Ah e mais um detalhe: pelo menos no nosso 2009 o amargor não deu as caras.
Daqui a alguns dias estará no UV.
Saúde!
Tiago Bulla
http://universodosvinhos.com/
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