A Torrontés é a variedade branca que simboliza a Argentina, ao lado da Malbec entre as tintas. É uma variedade, diria, prima-irmã da Malvasia, com boas características aromáticas, boa acidez e refrescância. Não é, na maioria dos casos, um vinho com grande corpo e poucos são os que passam por madeira. Então, sua delicadeza pode ser confundida com falta de personalidade. Mas não é o caso, especialmente desse que vem de Salta.
Tenho ouvido de pessoas que entendem de vinho muito mais que eu: Torrontés bom vem de Salta. Desde que ouvi isso pela primeira vez tenho comprado mais os vinhos dessa região, deixando os de Mendoza um pouco de lado.
Tenho ouvido de pessoas que entendem de vinho muito mais que eu: Torrontés bom vem de Salta. Desde que ouvi isso pela primeira vez tenho comprado mais os vinhos dessa região, deixando os de Mendoza um pouco de lado.
Esse é um vinho produzido pela prestigiada Bodega Luigi Bosca, fundada em 1901 por Don Leoncio Arizu. Possui cerca de 700 hectares de vinhedos e exporta 60% de sua produção para 50 países. Curiosamente, é uma das bodegas com maior presença em cartas de vinhos de companhias aéreas internacionais: American Airlines, Cathy Pacific Airways, Swiss International Airlines, Finnair Airlines e Aeroflot Russian
Airlines.
Vinho de coloração amarelo palha, com reflexos esverdeados. Boa intensidade aromática, flores e frutos brancos. Na boca apresenta bom corpo, equilíbrio entre acidez e notas doces. Floral se repetindo e frutos brancos em maior evidência, lembrando pêssego. Muito agradável, com mineral discreto. Final mediano, mas com lembrança gostosa das flores e frutos no palato.
Não é um vinho complexo, nem parece ser essa a proposta. Mas é equilibrado, intenso e bem feito, entregando um resultado muito bom. Ótimo para dias quentes, como aperitivo ou para acompanhar entradas leves. Único senão fica por conta do teor alcoólico que pode incomodar a alguns: 14,7%.
Pela garrafa paguei R$35. Uma compra segura.
As videiras para esse vinho tem mais de 30 anos de idade e estão localizadas em Cafayate, Salta, a 1.700 metros de altitude.
Vinho de coloração amarelo palha, com reflexos esverdeados. Boa intensidade aromática, flores e frutos brancos. Na boca apresenta bom corpo, equilíbrio entre acidez e notas doces. Floral se repetindo e frutos brancos em maior evidência, lembrando pêssego. Muito agradável, com mineral discreto. Final mediano, mas com lembrança gostosa das flores e frutos no palato.
Não é um vinho complexo, nem parece ser essa a proposta. Mas é equilibrado, intenso e bem feito, entregando um resultado muito bom. Ótimo para dias quentes, como aperitivo ou para acompanhar entradas leves. Único senão fica por conta do teor alcoólico que pode incomodar a alguns: 14,7%.
Pela garrafa paguei R$35. Uma compra segura.

3 comentários:
Olá Gil
Já provei três tintos Finca La Linda e gostei muito de todos. São em geral vinhos muito bem feitos e com boa relação custo-benefício.
Este Torrontés certamente está na lista da próxima compra.
Saúde!
Tiago Bulla
Tiago, é uma verdade, os vinhos dessa bodega são seguros.
Saúde!
Gil
Gil,
Excelente vinho mesmo!
Tiago,
Põe na sua lista!
Raphael Baruki.
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